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Resenha: Príncipe Caspian

7 agosto 2019

Boa noite tripulantes, como estão?

As Crônicas de Nárnia me cativa mais a cada página que leio. É sempre difícil colocar em palavras os sentimentos que surgem em mim a cada batalha, cada conquista, cada descoberta.

Príncipe Caspian é quarta crônica, seguindo a ordem cronológica de leitura. E é exatamente dela que falaremos hoje.

Bora comigo?

 

Título: Príncipe Caspian

Autor: C. S. Lewis

Sinospe:

Tempos difíceis abateram-se sobre a terra encantada de Nárnia.

Os dias de paz e liberdade, em que os animais, anões, árvores e flores viviam em absoluta paz e harmonia, estavam terminados.

O Príncipe Caspian, herdeiro legítimo do trono, decide trazer de volta o glorioso passado de Nárnia.

Príncipe Caspian é uma história de reencontros e despedidas. Preparado para essa aventura?

Para que entendamos o que se passa na crônica intitulada por “Príncipe Caspian” é imprescindível que antes tenhamos conhecido os quatro reis de Nárnia da Idade de Ouro, que são apresentados a nós em O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa.

Conhecendo os Reis, podemos conhecer Caspian. Ele é um jovem rapaz telmarino, descendente dos antigos reis de Nárnia. Durante anos ele viveu junto de seu tio e de sua ama, que era quem contava a ele as mais belas histórias sobre a Antiga Nárnia, de uma época onde os bichos falavam, Aslam era o protetor e o Grande Rei Pedro governava o trono de Cair Paravel.

Durante um longo tempo o jovem telmarino foi proibido pelo seu tio (atual “Rei de Nárnia”) de buscar informações sobre a história da Antiga Nárnia. Porém no peito de Caspian era profundo o desejo de conhecimento e de resgatar os poderes que Nárnia já possuiu.

Com a ajuda de seu mentor, o Dr. Cornelius, Caspian se aventurou pela noite escura em busca de salvar sua própria vida e de reconquistar o que era seu por direito: O Trono de Nárnia. E foi dessa forma que Caspian encontrou os seres que ele só ouvia em histórias: anões, animais falantes, faunos e outras criaturas.

Com a ajuda de seu exército, composto pelos antigos habitantes de Nárnia, Caspian planeja iniciar uma guerra, a fim de tirar seu tio do trono e restaurar a Antiga Nárnia. Porém, o exército do jovem não era tão forte quanto o do atual rei e rapidamente eles percebem que era inevitável a derrota. Buscando usar a última carta que possuía na manga, Caspian faz uso da Trompa Mágica da Rainha Suzana, que segundo a lenda trará auxílio para aquele que a tocar.

Os dias se passaram e a fé na trompa e em sua magia já estava se extinguindo. O exército de Caspian já contava com a derrota… Porém, o que eles não sabiam é que a magia de Nárnia e o poder de Aslam ainda existiam e que os antigos Reis de Nárnia estavam a caminho.

C. S. Lewis nos permite ter um reencontro com os irmãos Pevensie, que foram os Reis de Nárnia na Idade de Ouro e nos apresenta novos personagens fortes e determinados. Mais uma vez a Crônica segue os padrões: Crianças, filhas de Eva e filhos de Adão que lutam incansavelmente pelo bem de Nárnia e de suas criaturas.

Princípe Caspian se difere das crônicas anteriores no contexto da narrativa. Apesar de a escrita do autor permanecer leve e os detalhes grandiosos, é possível notar uma história mais voltada para um contexto político, não abandonando é claro as batalhas entre os exércitos, mas dando uma enorme ênfase ao momento caótico que Nárnia enfrentava.

O desfecho da crônica foi inesperado e me despertou um temor de não conseguir ir a Nárnia devido a minha idade. Ops, acho que falei demais… Melhor eu ir andando rs. Nos vemos na próxima resenha. E até minha volta ~ e a volta de Aslam ~, aproveitem o tempinho para conferir as outras resenhas:

O Sobrinho do Mago
O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa
O Cavalo e Seu Menino

Beijos!