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Resenha: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa

15 julho 2019

Boa noite tripulantes, como vocês estão? Eu estou bem.

Animados com nossa segunda viagem a Nárnia?

Então bora para mais um #OCoelhoEmNárnia !

Título: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa

Autor: C. S. Lewis

Sinopse:

Dizem que Aslam está a caminho. Talvez já tenha chegado’, sussurrou o Castor. Edmundo experimentou uma misteriosa sensação de horror. Pedro sentiu-se valente e vigoroso. Para Susana, foi como se uma música deliciosa tivesse enchido o ar. E Lúcia teve aquele mesmo sentimento que nos desperta a chegada do verão.

Assim, no coração da terra encantada de Nárnia, as crianças lançaram-se na mais excitante e mágica aventura que alguém já escreveu.


A cada página das crônicas que leio mais me apaixono pelo autor, por Nárnia e por Aslam ♥ .

Em “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa” conheceremos quatro irmãos: Lúcia, Suzana, Pedro e Edmundo. Durante uma guerra as quatro crianças são enviadas para uma mansão que pertence a um distinto professor, amigo da família, e logo já se deparam com enormes corredores, quartos e cômodos para bisbilhotar.

Durante uma brincadeira de esconde-esconde pela mansão, Lúcia entra em um quarto onde há apenas um guarda-roupa. Decidida a não ser encontrada pelos irmãos mais velhos, ela entra no guarda-roupa e se esconde em meio aos casacos de pele, porém, ao tentar encontrar o fundo do móvel se depara com um bosque coberto de neve. Lúcia encontra Nárnia!

Nos momentos que sucederam sua descoberta, Lúcia avistou uma criatura diferente daquelas existentes na Terra em que vivia. Sem pensar duas vezes ela se aproximou e teve seu primeiro contato com um fauno, o excêntrico Sr. Tumnus.

Com alguns minutos de conversa, Lúcia já tinha adquirido confiança no fauno e o acompanhou para um chá. Durante o chá, Tumnus a contou sobre a Feiticeira Branca e sobre a razão de Nárnia estar em inverno constante e correndo grande perigo.

“ – Mas em Nárnia é sempre inverno, e há muito tempo. Aliás, vamos apanhar um resfriado se ficarmos aqui conversando debaixo da neve. Filha de Eva das terras longínquas de Sala Vazia, onde reina o verão eterno da bela cidade de Guarda-Roupa, que tal se a gente tomasse uma xícara de chá?”

A garota ouviu atentamente tudo que lhe era contado e ficou ansiosa para compartilhar sua experiência com os irmãos, porém, ao retornar a mansão através do mesmo guarda-roupa e contar tudo eles não acreditaram e até cogitaram a hipótese de ela estar ficando louca.

Com o passar dos dias a tristeza em Lúcia era constante, ela não queria que os irmãos duvidassem dela e não conseguia provar que o que ela contava era real… Bem, ela não conseguia, até o dia em que por uma eventualidade do destino, os quatro irmãos se esconderam no guarda-roupa e pisaram sobre a neve no chão do Bosque de Nárnia…

Foi a partir dessa crônica que Nárnia foi inserida em nosso meio. C. S. Lewis escreve essa história a mais de 50 anos, e ao ler cada detalhe descrito nas páginas do meu exemplar consigo entender o motivo do sucesso dessas obras e a causa de o autor ter sentido necessidade de expandir nossos conhecimentos sobre essa Terra Fantástica, escrevendo outras histórias.

A maneira como o autor coloca as crianças como centro da história me fascinam. Ele descreve a personalidade dos irmãos e nos faz amar cada um deles. Lúcia é a personagem que mais me inspirou ao longo dessa narrativa, sua coragem e determinação são apreciáveis.

A leitura é tão deliciosa que com apenas um dia finalizei a crônica e mergulhei em um mar de dúvidas rs. A perguntava que eu mais fazia era *Alerta de Spoiler*: Será possível que os Reis e Rainhas de Nárnia retornem a Cair Paravel, depois de regressarem a mansão?

E, na tentativa de sanar minhas dúvidas, encerro essa resenha por aqui e me aventuro na próxima crônica.

Para vocês não perderem nada desse mês dedicado a viagem de #OCoelhoEmNárnia, vou deixar abaixo o link da primeira resenha:

O Sobrinho do Mago.

Até a próxima semana, com nosso encontro junto do Coelho e “ O Cavalo e Seu Menino”.

Beijos