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Resenha: A Cadeira de Prata

21 agosto 2019

Boa noite pessoal,

Nossa aventura em Nárnia já se aproxima do fim e sofro com antecedência por isso rs.

Mas como nada é eterno preciso aceitar e aproveitar as últimas páginas. Prontos para a penúltima resenha de #OCoelhoEmNárnia?

Então vamos lá.


Título: A Cadeira de Prata
Autor: C. S. Lewis
Sinopse:
Como se chega até lá?, perguntou Jill, tentando encontrar um jeito qualquer de fugir daquela escola horrível. “Do único modo possível”, sussurrou Eustáquio, “por magia”.

Então deram-se as mãos e, concentrando toda a sua força de vontade para que algo acontecesse, viram-se de repente à beira de um alto precipício, muito acima das nuvens, na terra encantada de Nárnia.

Assustada e confusa, Jill fica horrorizada ao ver Eustáquio perder o equilíbrio e cair. Imediatamente, porém, ela sente ao seu lado uma presença calorosa. Era o Leão.

Duas crianças, um Príncipe desaparecido, um paulama pessimista e uma gigante aventura é o que nos espera em “A Cadeira de Prata”.

Um ano se passou desde que Eustáquio fez sua primeira visita a Nárnia e navegou pelos mares a bordo do Peregrino da Alvorada. Sabemos de que desde o retorno do jovem garoto ele nunca mais foi o mesmo, se tornando muito mais amigável e maduro.

Eustáquio sabia que as viagens a Nárnia não eram possíveis a todos que desejassem e que muitos o chamariam de louco se ele contasse tudo que viveu naquele mundo, mas mesmo com receio do que pensariam ele acabou contando para sua amiga Jill sobre sua aventura. Após alguns minutos a garota acreditou na sua história e começou a pedir a Aslam para levá-los a Nárnia, porém, foram interrompidos ao notarem que os valentões da escola estavam chegando e que ela e Eustáquio precisariam fugir.

Durante a fuga eles correram por entre os arbustos e foram até uma porta que os levaria para um terreno relvado. Porém, ao atravessarem a porta viram um clarão forte do sol e as vozes dos valentões desapareceram, era possível apenas ouvir o canto dos pássaros. A atmosfera era outra. O mundo era outro. Nárnia precisa da ajuda e os filhos de Eva e Adão foram chamados. Eustáquio estava de volta e Jill estava com ele!

Logo ao chegar naquele mundo Jill se desesperou: Eustáquio caiu de um precipício e ela se viu sozinha frente a frente com um Leão. A menina não conseguia controlar seu medo e quando o Leão conversou com ela foi ainda mais assustador. Aos poucos a nova aventureira foi se habituando a presença de Aslam e aproximou para ouvir o que ele tinha a dizer.

Aslam explicou-lhe que eles estavam ali pois o Príncipe Rilian, filho do Rei Caspian, estava desaparecido e como a idade do Rei estava avançada (vale ressaltar que o tempo em Nárnia é diferente do que vivemos, e por essa razão Caspian tinha envelhecido) eles precisavam encontrar o único descendente do Rei. O Leão disse a Jill os quatro sinais que eles precisariam se lembrar para conseguir encontrar o príncipe, salvar sua vida e preservar o reinado em Nárnia.

Encerrada a conversa com Aslam, Jill partiu ao encontro do amigo e deu início a aventura. Auxiliados por um Coruja, eles partem ao encontro de Brejeiro, um paulama que sempre vê o lado negativo de todas as coisas e que se torna um sábio companheiro. Lado a lado eles caminham em direção a terras desconhecidas e habitadas por gigantes.

“ – Amigos – disse o príncipe –, quando um homem se lança numa aventura como esta, deve dar adeus à esperança e ao medo; do contrário, tanto a morte quanto a libertação podem não chegar a tempo de salvar-lhe a honra e a razão. ”

Em A Cadeira de Prata senti falta dos irmãos Pevensie, que foram os primeiros visitantes de Nárnia que eu tive contato, através do filme “O Leão, A Feiticeira e o Guarda- Roupa“. Como sabemos, os anos se passaram e os irmãos não possuíam mais idade para retornar ao mundo de Nárnia e por essa razão eles são agora apenas lembranças da Época de Ouro.

A história nos leva a novos territórios de Nárnia em busca de um príncipe até então desconhecido pelos leitores: O Príncipe Rilian. Podemos notar ao longo de toda a crônica o quanto Eustáquio está diferente, com atitudes mais maduras, preocupado com seus companheiros, um verdadeiro heroi de Nárnia. A menina, por sua vez, é doce e um pouco birrenta, e sua participação na jornada deu um toque especial, me lembrando o jeito amoroso da Rainha Lúcia.

No livro é possível perceber referências a detalhes cristãos – o que para mim não é um problema -. A história possui enredo simples e uma escrita repleta de detalhes que deixa tudo mais emocionante, proporcionando uma leitura agradável.

Agora eu preciso me preparar para o fim. A última Batalha chegou!

Aguardo vocês na próxima e última aventura de #OCoelhoEmNárnia
Um forte abraço.

2 Comentários

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